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Faltam profissionais nas indústrias metalúrgicas
12/2/2010

Sobram vagas nas indústrias de metalúrgicas, por falta de mão-de-obra qualificada. Profissionais como soldador, pintor e funileiro são os mais requisitados.

Assim como em várias áreas de trabalho, falta mão-de-obra especializada também no setor de indústrias metalúrgicas. Algumas profissões como soldador, pintor, funileiro e almoxarifado estão escassas no mercado.

Para o presidente do Sindmetalúrgicos de Maringá, Epifânio Magalhães de Oliveira, falta profissionais qualificados nesta área e as empresas não tem condições de contratar funcionários sem a capacitação básica para a função.

Pensando em preencher as vagas disponíveis no mercado, o sindicato oferece cursos de instalação de som e alarme automotivo, soldador, mecânica de moto e informática.

O presidente acredita também que a tendência atual é que os jovens optem por cursos como informática ou setores administrativos, ou ainda queiram cursar o ensino superior, sem antes passar por um curso técnico.

“A cada dia o número de pessoas que opta por profissões consideradas braçais diminui. Esta realidade pode levar a uma escassez ainda maior de mão-de-obra especializada neste setor e a profissão ficará supervalorizada”, comenta Oliveira.

Atualmente a média do piso salarial no Brasil para um soldador é de R$ 1.200,00 a R$ 1.500,00. Segundo Oliveira, no Paraná, o piso é de R$ 1.200,00. Isso significa que com apenas 100 horas aula de curso, que é a duração do treinamento para soldador, o jovem profissional já poderá ganhar este valor, que segundo o presidente do sindicato, é inicial.

O desenhista de projetos, Paulo Henrique Monteiro trabalha na Noma em Maringá e garante que não faltam empregos nas indústrias metalúrgicas, pelo contrário , sobram vagas.

Ele já foi professor do Sindmetalúrgicos e recomenda que os jovens passem por um curso técnico, antes de cursar uma faculdade. Monteiro tem hoje 23 anos e trabalha há dois anos na empresa.

Aos 19 anos, Monteiro, fez um curso de técnico em eletromecânica no Senai e em seguida começou a trabalhar como assistente de projeto. Atualmente é desenhista e não se arrepende da trajetória profissional.

Mesmo com pouco tempo de experiência profissional, o desenhista conclui: “Para quem realmente quer trabalhar, não falta emprego”.

Por: O Diário do Norte do Paraná

 
   
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